Para a amortização de parte da dívida contribuíram os sete milhões de euros que o CHO recebeu do Ministério da Saúde para reforço de capital, quando se tornou Entidade Pública Empresarial, deixando de ser um centro hospitalar do Setor Público Administrativo (SPA).

Elsa Baião, disse ainda, que “os sete milhões de capital estatutário foram alocados exclusivamente ao pagamento de dívidas”, na sua maioria a fornecedores e ao Serviço Nacional de Saúde .

No final de 2017, as dívidas a fornecedores de curto prazo eram de 35,9 milhões de euros e o passivo 38,6 milhões de euros, segundo o respetivo relatório de contas do CHO.