EM CASO DE GREVE DE COMBUSTÍVEIS DIA 12 DE AGOSTO, ONDE ABASTECER?

Em caso de greve, as bombas da REPA só podem vender 15 litros de combustíveis por abastecimento. Em situação de emergência, são 25 litros.

Se quiserem armazenar combustível, o limite fica nos 10 litros por pessoa, sendo obrigatório ter um recipiente adequado para o efeito.

Com o pré-aviso de greve e sem acordo entre o governo e os sindicatos sobre os serviços mínimos, a Entidade Nacional para o Setor Energético avançou com a publicação da lista dos postos de combustível que integram, a nível nacional a Rede Estratégica de Postos de Abastecimento (REPA).

Na região Oeste integram esta rede de emergência, 16 postos distribuídos pelos concelhos de Alcobaça (3), Bombarral (1), Caldas da Rainha (3), Nazaré (1), Peniche (1) Alenquer (1), Lourinhã (1), Sobral de Monte Agraço (1) e Torres Vedras (4).

Em Torres Vedras os 3 postos da Galp :
O Nó de Ligação à A8 GALP ;
EN 9 km 65,500 GALP ;
Ramalhal A8 km 12.07 GALP

E as bombas do Jumbo

Portos, aeroportos e veículos prioritários dos bombeiros e forças de segurança têm condições especiais no acesso aos combustíveis, estando garantido pelo Governo segurança reforçada para o cumprimento das regras por parte da GNR e PSP. Haverá ainda escolta policial aos camiões cisternas para que possa ser garantido o abastecimento dos postos que estão incluídos na rede publicada pela ENSE, de forma a garantir que não falte o fornecimento de combustíveis.

Pedro Siza Vieira considerou ser importante “manter a tranquilidade, evitar acessos rápidos e muito bruscos aos postos de abastecimento” e garantiu que o Governo está a fazer “todos os preparativos nas várias áreas” para assegurar que o impacto da greve será minimizado.

Os sindicatos propunham serviços mínimos garantidos de 25% em todo o país, enquanto a Associação Nacional de Transportadores de Mercadorias (ANTRAM) propunha 70%, não tendo chegado a acordo, pelo que cabe ao Governo fixar os valores.

O governante, declarou no acordo celebrado há uns meses, que as empresas fizeram grandes cedências, pelo que agora será difícil ou praticamente impossível que as empresas voltem a ir ao encontro do exigido pelos sindicatos. “Esta greve não visa obter ganhos negociais, os ganhos negociais possíveis já foram feitos”, afirmou o ministro, acrescentando que só em 2021 e 2022 poderá haver condições para avaliar as reivindicações dos sindicatos relativas a esses anos.

Related Posts

Add Comment