António Assunção, que a 6 de abril estrangulou até à morte a ex-namorada Heila Lopes, em Torres Vedras, foi a julgamento

António Assunção, pastor de 55 anos, que a 6 de abril  estrangulou até à morte a ex-namorada Heila Lopes, uma brasileira de 44 anos, em Torres Vedras, foi a julgamento. A magistrada pronunciou o arguido por homicídio qualificado e ameaça agravada.

A defesa tinha pedido abertura de instrução, pedindo que o cliente não fosse julgado pelo crime de ameaça, e que a qualificação do crime de homicídio fosse retirada.

Ao CM, Lúcia Grilo, advogada do arguido, disse que o cliente “admitiu amar a vítima na fase de inquérito e mostrou arrependimento”. Perante a decisão da magistrada, Lúcia Grilo disse ao CM que vai recorrer para a Relação de Lisboa.

António Assunção vai manter-se em prisão preventiva, considerando a juíza que o mesmo “poderia continuar a ameaçar o namorado que Heila Lopes tinha quando morreu”.
Quanto  à indemnização cível, pedida pelo filho mais velho da vítima, o advogado Ricardo Serrano Vieira refere, que visa “repor os prejuízos sofridos”.
 

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