Um jovem de 20 anos foi electrocutado e sofreu queimaduras de 2º e 3º grau, no passado dia 25 de setembro, quando explorava uma locomotiva estacionada na linha do Oeste, junto ao apeadeiro da Pedra Furada, em Sintra. O estudante, que estava acompanhado por um amigo, foi atingido por uma descarga elétrica de 25 mil volts quando se aproximou da locomotiva.
As queimaduras atingiram 60% do corpo do jovem, que foi transportado em estado grave para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e onde esteve em coma induzido. De momento ainda continua internado, mas a recuperar.
De acordo com o Correio da Manhã, a família, que admite que o jovem não deveria ter se aproximado da locomotiva, critica a ausência de barreiras físicas e a falta de sinalização visível.
Antes de decidir parar, o estudante seguia pela via férrea em direção à Lagoa da Pedra Furada – um trajeto repetido por dezenas de populares por se tratar de um antigo poço de pedreira, usado como local de banhos, considerado um “ponto turístico” e promovido online.
De acordo com a mesma fonte, já depois do acidente, foram colocadas correntes sinalizadoras naquela zona, para impedir o acesso ao caminho, mas a Infraestruturas de Portugal nega qualquer falha de segurança.










