José Sócrates vai continuar em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Évora. Foi esta a decisão, unânime, do coletivo de juízes do Tribunal da Relação de Lisboa após apreciação do processo de prisão do ex-Primeiro Ministro.

Apesar dos jurados considerarem que não existe o perigo de fuga, os outros pressupostos que levaram à prisão de Sócrates são válidos e, por isso, foi rejeitado o pedido de libertação.

Esta decisão deveria ter sido conhecida no passado mês de fevereiro mas a decisão acabou por ser adiada para que o Ministério Público se pudesse pronunciar sobre o assunto.

Os três juízes consideraram ainda que a prisão preventiva decretada a José Sócrates não foi decretada injustificadamente nem de forma abusiva.