A Câmara de Torres Vedras quer atrair indústrias criativas ao centro histórico da cidade e anunciou rendas a custos baixos, para conseguir dinamizar a zona histórica da cidade.
Segundo o vereador responsável os contratos com os proprietários visam baixar as rendas que em alguns casos chegam a metade do preço, e as rendas vão subindo até a empresa atingir um grau de maturação consolidado
Segundo o autarca, o município já conseguiu celebrar acordos com pelo menos dez proprietários de imóveis.
Esta medida visa dinamizar o centro histórico sendo mais um contributo para o comércio da zona histórica
Para Sérgio Galvão o objetivo é reabrir espaços fechados” para contagiar outras empresas a abrir aí as suas sedes ou os seus espaços comerciais.
Além de rendas a baixos custos, o programa possui parcerias, através das quais são prestados serviços, também a baixos custos, no apoio à elaboração do plano de negócios e da contabilidade.
No âmbito do programa “TORRES INOV-E”, a autarquia, abriu um período de candidaturas para as empresas interessadas virem a fixar-se no centro histórico
Das 12 concorrentes, foram selecionadas duas, ligadas à área do turismo, que, após um período de três meses de incubação, poderão vir a fixar-se no centro histórico, se preencherem os requisitos.
A autarquia vai abrir um novo período de candidaturas durante o mês de setembro.
O município investe assim seis milhões de euros em obras de reabilitação e instalação de novo mobiliário urbano em espaços públicos do centro histórico, onde a modernidade das intervenções convive com elementos históricos como o Chafariz dos Canos
Lembre-se que em curso, estão também as obras do Polis, com um investimento total de sete milhões de euros.

Fotografia.http://clubedadispersao.blogspot.pt/2012_05_01_archive.html