O presidente da Cáritas Portuguesa alertou, esta quinta-feira, que Portugal está com «problemas sociais graves», sublinhando que a austeridade que visava a recuperação económica não gerou empregos em «número suficiente» para fazer «decrescer o flagelo do desemprego».
Esta situação obriga as pessoas a deslocarem-se e a terem ainda maiores encargos financeiros, frisou, alertando também para o facto de muitas doentes estarem a deixar de ir ao médico e a parar os tratamentos por não terem dinheiro para os pagar.