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O projeto Câmara Escura já abriu no centro histórico de Torres Vedras.

Trata-se de um edifício da responsabilidade da Cooperativa de Comunicação e Cultura (CCC) dedicado à imagem.

“É um projeto que vem consolidar todo o trabalho que a CCC tem desenvolvido nos últimos anos na área da fotografia”, explica à Radio Oeste Inês Mourão, presidente da Cooperativa.

O edifício da Câmara Escura “será direcionado não só para a fotografia, mas para tudo o que seja imagem. Ou seja, fotografia, multimédia, vídeo, cinema, portanto, tudo o que inclua imagem”, adianta a dirigente.

Este edifício é composto por três pisos, o primeiro a galeria que está aberta ao público  todos os dias. O piso intermédio de formação e criação com objetivo de alimentar a galeria e por fim o piso de lazer e contemplação.

Neste projeto é desenvolvido um programa de formação diversificada que irá desde a realização de curso de nível básico a cursos de caráter socioprofissional.

A Câmara Escura será também uma forma de projetar o trabalho da cooperativa além-fronteiras diz Inês Mourão: “Não é um edifício pensado exclusivamente para os artistas e públicos locais, espero que sirva para trazer outras gentes a Torres. Servirá não só para nos abrir horizontes, mas também como impulsionador dos nossos criadores para irem mais longe.”

O Câmara Escura é um projeto integrado  no programa  de ação Torres ao Centro com o custo de 526 mil euros. Foi financiado em 75 por cento pelo Quadro de Referência Estratégica  Nacional no âmbito do programa Mais Centro e em 25 por cento pela Câmara Municipal de Torres Vedras.

 

(Foto: Câmara Municipal de Torres Vedras)